
Onde não nasce sequer uma flor apodrecida
E o mais poderoso veneno é a água
É onde ficou esvanecida
A última lembrança sua, decomposta pela mágoa.
Nem ao menos o resto da verdade sobrevive em sua tez
Proferida inutilmente por sua voz maldita
Elas se juntaram ao amor que se liquefez
Encharcado por lágrimas de paranóia infinita.
Talvez apenas uma bela sombra
Permaneça vagando pelos arredores do inferno
Ou apenas sua respiração branda
Queime pelo ar em noites psicóticas de inverno.
Não quero que sua lembrança me visite
Nem em meus devaneios em cada torpe madrugada
Que sua simples existência não hesite
Em abandonar a apocalíptica morada.







Legal os seus textos, gostei dele, vou ficar na espera por mais novidades...
ResponderExcluirFique nas sombras...