
Vivi em meio à candura da amnésia
A tênue ignorância de se cativar
Tornei ás lembranças de minha angústia
Regresso este que me enoja ao ansiar.
E em tão medíocres gestos, somente suspiros
Surpreendo-me num olhar vazio à tua figura
Mumificada em minha mente, somente martírios
Entristeço-me na ilusão de tua brandura.
Como posso comparar-me a tua amada?
Arrastar-me por detalhes hediondos do inexistente
Que belo é o coma da mulher alucinada
Que jamais notará uma aversão tão eminente.
Como posso deter-me em teu semblante;
E ainda o vislumbrar com melancólica ternura?
Recordar-me do que não durou sequer um instante
Chorar pelo amor que não me fez sequer uma jura.







Mano,particularmente eu amei esse,sério..me senti dentro das palavras que vc escreveu...é bom qd agente se didentifica pq assim agente entende mais xDD
ResponderExcluirEnfim.
Belo poema,cada dia melhores =D
superação ao enfrentar uma perda...
ResponderExcluirquanta dor, em busca do resgate de nosso orgulho!
adorei as palavras!!!
ah! sim! exagero ou não o romantismo é assim e assim será!
ResponderExcluirquanto ao amor, o seu ainda não foi e talvez não "voltará"... desculpa a rima boba!
gostei do poema, um tanto obscuro, um tanto tranparente, mas não tenho mania de julgar poemas, por isso é difícil pra mim postar comentários em poemas (rsrs) apenas sinto, e os seus... estou amando sentir
abrigado pelo carinho e até
Davi