
Teus olhos não são os restos donde eu me afundava
Onde nada mais via senão tua alma em tormenta
Teu olhar hoje é arma, não mais o que sua vida ansiava
É apenas o espelho da luxúria da qual se sustenta.
Aquele teu olhar que do mundo se escondia
Hoje caça, tornou-se insípida perdição
O crédulo olhar que não tinha sequer noção do que via
Hoje usurpa e devasta facilmente um coração.
Lindos olhos que mal sabem camuflar teu medo
Fendas dum espírito que se trancou tão cedo
Que se entrega a uma estúpida vaidade.
Lindos olhos que há tanto tempo não via
Com os quais pensei que jamais me decepcionaria
E hoje ainda me atormentam em saudade.







Meu Deus,esse soneto foi pra mim neh *-*
ResponderExcluir"Lindos olhos que mal sabem camuflar teu medo"..morri lendo hauhauha xDDD
Me identifico tanto com as suas palavras vc nem tem noção...
Beejinhus!
Cara, não tem como não repetir: vc escreve muito bem! Gosto muuito da sua forma de escrever!!
ResponderExcluirAdorei esse também!
Bjss
^^
Não sei o que dizer, me reconheço tanto em teus versos, eu facilmente usarias estas palavras, essas rimas, até os sentimentos, isso pode parecer pretenção, talvez seja, rsrsrss
ResponderExcluirmuito bom teu soneto!!!
abraço
Muito lindo e repleto de prazeres que fazem qualquer um delirar ao ler.
ResponderExcluirParabéns.
Beijinhos.
eu acho muito bacana essa harmonia em teus versos.
ResponderExcluirBlog Suicide Virgin
olha to levando teu banner!
ResponderExcluirbye!
ouf
ResponderExcluirconcordo que escreves muito bem!
abraços,
Gustavo
adorei as rimas que se iam incaixando ao longo da leitura.
ResponderExcluireu tenho muito gosto por escritas assim pareçe-me que tem mais vida.
Muito bom!!
beijos enormes!