
Saudades de quando meu sangue fervilhava
Do dia corroendo-se esperando recordar-me daquela voz
Do desdém me meu olhar quando me espantava
Ao desejar densamente aquela ofensiva fria, tão feroz.
Ah, meu sono leve sem embalo
Minha vigília em sediciosa apreciação
Ah, meu descanso profundo após o abalo
Meu pesadelo, tão doce distração.
Meu fantasmagórico sentimento de prazer
Meu êxtase que sequer ousei descrever
Como eu amei todo aquele martírio.
Perco-me em ainda querer
E quero ainda me perder
Naquela tentadora volúpia, amargo delírio.







Pooxa,saudades de algo que ofi forte,algo que não acabou de fato,algo que ainda corróe nossa mente como se estivesse,e ainda está presente.Adorei,como sempre xDDD
ResponderExcluir;*
Simplesmente, encantada.
ResponderExcluirAbraços,
Poetíssima..#
perder-se em volúpia é pra poucos!!!
ResponderExcluirlindos versos!
até
que confusao de sentimentos, delirio, martirio... nossa, um convite a perdição.
ResponderExcluirdemais seus poemas!
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