
Doces brincadeiras de copos tensos
Olhares límpidos, á insignificância, dissipados
Beijos arremessados ao acaso, tão densos
Um acanhado purgatório para renunciados.
No chão grudento a cama dos ebriamente imaculados, detestáveis
Uma feliz estadia de autonegligencia
No vomito aguado o grito dos incontestáveis
No sono violentado o trégua da evanescência.
Tudo tão sereno e alucinante
Apenas dançam como crianças ao espernear
Tão sutilmente inebriante
Dissipa a histeria de almas que convulsionam ao pensar.
E que acabe ali tua angústia, teu amor
Que o veneno seja o soro para quem não sorriu
E que ao voltar para o mundo cheirando a álcool e dor
Faça-o recordar o que de mais deteriorado pariu.
Ps: Desculpem o sumiço ... mas são tantas coisas ao mesmo tempo pra incomodar que mais pareço uma analfabeta do semiárrido, impossível escrever algo assim ...
Mas acho que estou de volta ... [não tão bem como gostaria...mas]







Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirDiferente e impactante!!
ResponderExcluiro que mais poderia se esperar de tão grande talento?!!
adorei!
Vc é magnífica em talento e te admiro por demais como pessoa.
ResponderExcluirIncrível e intensa.
bjs.
Selo te esperando lá no meu blogggggg, amiga!
ResponderExcluirVejo que teu estilo se tornou mais robusto com o tempo, negra rosa de jardim sem grades. Me alegra que tenhas voltado, às vezes o asilo é necessário para que a mente enlouqueça novamente. Passe lá pelo "Instável Letargia", setiveres tempo.
ResponderExcluirSaudações do pierrot.
Belíssimo blog! Poema perfeito!
ResponderExcluirAdoro o estilo... obscuro como o meu!
Sigo com certeza! ^^
Beijos sangrentos da vampira Laysha.